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Artigos Originais -
Críticas à Mídia
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Escrito por Delerue
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01-Mai-2006 |
Quem Somos Nós? (What the #$*! Do We (K)now!?1, EUA, 2004), foi um dos filmes de não-ficção com maior sucesso de bilheteria americana, desde Tiros em Columbine (Bowling for Columbine, EUA, 2002), de Michael Moore. A princípio, a idéia de mesclar ficção com entrevistas em formato de documentário parece funcionar, trazendo à tona muitas e antigas questões perturbadoras e tornando tudo menos maçante através da identificação com a história vivida pela protagonista Amanda. Apesar de sugerir uma avalanche honesta de dúvidas metafísicas essenciais, o filme peca por ter uma abordagem incisivamente pseudocientífica, não só misturando conceitos não-associáveis, como também distorcendo-os. |
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Atualizado em ( 31-Mar-2008 )
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Traduções -
Ceticismo
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Escrito por Stephen Downes
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01-Jan-1995 |
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As falácias lógicas são erros de raciocínio ou de argumentação, erros que podem ser reconhecidos e corrigidos por pensadores prudentes. Este ensaio lista e descreve todas as falácias lógicas conhecidas. O ponto central de um argumento é expor razões que sirvam de suporte para alguma conclusão. Um argumento comete uma falácia quando as razões apresentadas, de fato, não sustentam a conclusão. |
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Atualizado em ( 28-Fev-2007 )
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Artigos Originais -
Críticas à Mídia
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Escrito por Eliane Evanovich
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29-Jan-2007 |
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Minha participação nesse programa (Boa noite Brasil) foi breve, por causa de algumas restrições que me foram impostas. Uma delas foi, apenas colocar meu conhecimento de bióloga para esclarecer o caso, nada além disso. A segunda imposição era, não tentar colocar a Igreja Católica numa saia mais justa do que já se encontra, não apenas nesse caso, mas em inúmeras notícias que preenchem as páginas de jornais toda semana. Ora com fraudes, ora com escândalos sexuais envolvendo padres. |
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Atualizado em ( 08-Abr-2007 )
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Artigos Originais -
Filosofia
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Escrito por Delerue
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04-Fev-2005 |
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Não é difícil encontrarmos cotidianamente os novos niilistas, supostos filhos de Schopenhauer. Pessoas que parecem estar em volta a depressões de ordem existencial, não vendo assim qualquer sentido na vida. Podem se vestir de preto, usar maquiagem pesada, fazer-se de incompreendidas ou ouvir rocks modernosos que parecem sugerir uma dor tão intensa quanto gratuita. Ao som de Radiohead e Placebo muitos jovens de nossa época ingerem altas dozes de Prozac e fazem o não pouco estranho ato de tentar o suicídio. |
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Atualizado em ( 10-Abr-2007 )
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