Fórum Cético
06/01/09 - 00:25:40 *

: Entrevista Interativa: http://www.ceticismo.org/forum/index.php/topic,381.0.html
 
      
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 : 20/12/08 - 22:25:27 
MarceloEyer - PERSONAL
Ora ora Alexa, a mina do xadreis nem é lá essas coisas... Aqui no interiorzão paulista, um machão já diria: "Bão, até que serve pra ajudar a patroa no tanque e na cozinha..." Boas Festas!!! 

 2 
 : 14/12/08 - 20:59:19 
ForCed EXistenCe - ForCed EXistenCe


Jamais qualquer conquista democrática se fez por profissões fé. Onde a fé dominava, massacres por imposições se fizeram presentes, haja visto o reinado de Carlos IX, com a matança de S. Bartolomeu, as dragonadas promovidas por Luís XIV simplesmente porque achava que a palavra divina estava com ele e que seu reinado deveria ficar livre daqueles que não comungavam das mesmas crenças que a sua.

Ser um sujeito ético independe de se ter fé no sobrenatural, ou mais dotado de senso moral do que aqueles cujas ações estão invariavelmente atrelados às promessas advindas de livros santos. A importância de uma atitude com consciência de valores universais e laicos está justamente em sua oposição no que se refere á imposição muitas vezes tirana do que pensa diferente, guia suas ações tão somente devido a sua responsabilidade ética sem o temor incontrolável da fúria divina e que por esta razão é mais livre.

Quem é livre, não se sente ameaçado por quimeras doutrinárias, não vê olhares ameaçadores dos religiosos a espreitar sempre os livres de crenças religiosas como verdadeiros guardiões dos céus todas as ações que não satisfazem os seus ritos, mesmo que de forma sutil.
Por isso, é incompatível dizer que aqueles que orientam sua responsabilidade e suas ações isentas de aforismos sacros seja anti-cristo, anti-islã, anti isto ou aquilo.

A democracia, entendo que o estado deve garantir não só os cultos quaisquer que sejam eles mas acima de tudo manter sua isenção no que tange às crenças e suas manifestações. Entendendo também que a maioria dos homens está vocacionado ao progresso e ao aperfeiçoamente ético. A democracia num estado laico, ensina que é possível o progresso mesmo quando há paixões envolvidas. Para tanto, deve haver um moderador para que não se sucumba a nação cujas necessidades são mais emergentes para o bom funcionamento do organismo social e assim sendo, a intervenção do próprio estado quando uma ação individual movida por dote de fé, insulte o diferente de si.

Imposição de verdades está portanto intrinsecamente relacionado àqueles que a todo momento deixa transpirar suas convicções de fé, notadamente às religiões e os seus prosélitos que se vêem na obrigação de assediarem por contágio aqueles que ainda 'não encontraram o caminho da salvação.' Para tanto é necessário a defesa de uma maior imparcialidade, (e esta imparcialidade só poderia vir do estado) para que uma minoria indeclinável de suas posições morais não seja submetida a quaisquer sectarismos religosos que seja.

Sendo impossível a supressão da religiosidade do homem, uma vez que uma crença qualquer, religiosa, política, moral ou social mantém-se sobretudo pelo contágio mental e por sugestões repetidas como imagens, estátuas, relíquias, peregrinações, cerimônias, cantos, música, prédicas, etc., como os elementos necessários e dessas sugestões, a ostentação constante destes símbolos nas repartições públicas fazem sugerir que o estado está sob o édito velado de escrituras sagradas em detrimento de seu papel de isençã. O não cumprimento desta isenção, restringe as liberdades de consciência que devem ser também estendida sob todos os vértices até mesmo os que não sofrem deste contágio religioso. Entenda-se: Ateus, céticos e agnósticos.

O mérito da democracia não está onde o estado sob a marquise da bíblia, protege todos os filhos de deus e os que têm opiniões contrárias os párias da moral. Se assim o fosse a contituição de 1891 a qual institui oficialmente a separação da igreja do estado não fizesse o mínimo sentido, ou que seus coordenadores não sabiam o que faziam. Sabiam sim o que faziam seus idealizadores inspirados certamente pelo progresso que seria um país não dominado por supertições ou que não submetiam aqueles que exerciam sua livre consciência sob o julgo de escrituras sagradas. O ideal democrático de isonomia é praticado quando o estado não se cede a demandas particularistas, o que é inevitável quando se trata de razões religiosas.

 3 
 : 13/12/08 - 19:46:45 
MarceloEyer - Mussagerito
Depende do caso e como ele é abordado. Só isto.


O ideal seria buscar algo que deveríamos seguir independente de credo ou falta dele, por exemplo:
Empatia, ceticismo, essas coisas.

 4 
 : 13/12/08 - 19:43:29 
VRXHU - Mussagerito
Votei em ateu. Ora... Porque sou ateu! 

 5 
 : 13/12/08 - 19:41:06 
MarceloEyer - Mussagerito
A minha assinatura do CC é indicando esse fórum. 

Basta um pouco mais de divulgação e chegaremos lá.

 6 
 : 12/12/08 - 18:15:14 
MarceloEyer - Alexandra
  Não diga isso, quer que eu morra de inveja das garotas lindas e inteligentes?

 7 
 : 12/12/08 - 18:12:54 
MarceloEyer - Alexandra
  Oi menino.

=) Aqui tem um povinho bacana mesmo, só falta um pouco de movimento.


 

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 : 08/12/08 - 12:46:41 
MarceloEyer - Mussagerito
Oi. É minha primeira mensagem, não li ainda muito antes de postar, mas estou a procura de um bom ambiente para debater. Participei do ateus do brasil, rv, realidade e atualmente no CC.

Tem muita gente boa do CC aqui!!!! Só os feras!  (Pena que me cadastrei bem tarde...)

 9 
 : 07/11/08 - 23:50:49 
ForCed EXistenCe - ForCed EXistenCe

Houve uma seguinte pesquisa: Estudo relaciona descrença religiosa a QI alto como se pode ver na reportagem: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL613145-5603,00-ESTUDO+RELACIONA+DESCRENCA+RELIGIOSA+A+QI+ALTO.html

Desconfio das pesquisas que pré determinam aptidões como inteligência ou a falta dela, se alguém está predisposto ou não ao crime dentre outras coisas.

Os cientistas embora não tenham necessidade de tomar partido ou declarar suas crenças e convicções num determinado objeto de pesquisa, é muito tênue o limite entre as opiniões pessoais do cientista uma vez que o cientista está intimamente relacionado desde sua educação, com os valores de uma sociedade. A ciência deve ou deveria ser de cunho social e de grande relevância. Há muitas pesquisas sendo feitas por aí que não tem relevância alguma. E por não terem relevância não passa a ser alvo de outros cientistas para confrontarem-se com métodos opostos para desfazer uma teoria ou até mesmo para descartá-la. Descartar uma teoria, possivelmente seria dar descrédito quem a formulou e portanto mexe com a vaidade do cientista. Claro que isto vai na contramão da ciência que é ser imparcial, objetiva e mais importante falseável.

Nos dois últimos séculos caracaterizaram-se por uma variedade de argumentos que procuraram justificar a graduação. A craniometria, no século XIX foi a ciência numérica em que se apoiou o determinismo biológico. Cesario Lombroso foi o seu precursor. Muitas pessoas eram julgadas sendo pre dispostas ao crime de acordo com suas feições. Maxilares grandes, testa curta olhos distantes e nariz aquilino dentre outras atribuições.

Os testes de inteligência no século XX tem a mesma função que a craniometria, é uma coisa, segundo diziam, inata, hereditária e mensurável. Depois inventaram testes de QI que mediam segundo padrões pré estabelecidos. Nestes padrões os estrangeiros num país eram todos submetidos a ele. Seria de esperar que os QI´s forma bem baixos pela falta de domínio da língua pátria. Era um primeiro erro. Depois aperfeiçoaram o teste inventando o fatorial segundo o qual determinava características inatas no indivíduio. Como sempre negros e uma minoria ficavam de fora dos valores altos destes testes. Talvez


Um dos maiores teóricos da medida do coeficiente de inteligência foi Pearson. Ele determinou através de um método estatístico chamado de fatorial, coeficientes de correlação (r) ou tendência de variação de uma medida em relação a outras para medir a inteligência que leva em consideração aptidões ou capacidades e a idade mental.
Em "A falsa Medida do Homem" de Gold, Stephen Jay:

"O (r) de Pearson não é uma medida adequada para todos os tipos de correlação porque só avalia a intensidade da relação linear entre duas medidas: A tendência de todos os pontos a se situarem em uma única linha reta. Outras correlações de dependência estrita não atribuirão a 'r' um valor de 1,0. Por exemplo, se cada aumento de duas unidades em uma variável correspondesse a um aumento de 2² unidade em outra variável, r acabaria por ser menor que 1,0 embora ambas as variáveis tenham apresentado uma correlação perfeita no sentido corrente do termo. Sua representação gráfica não seria uma linha reta, mas uma parábola. Assim portanto, o r de Pearson mede a intensidade da semelhança linear."

Os testes de coeficiente mental eram muito dogmáticos principalmente os americanos que estabeleceram um conjunto de métodos para medir a capacidade cognitiva baseando em pré conceitos como raça, etnia e parentesco. Muitas pesquisas com grande parcialidade dos cientistas favoreceram uma ideologia de eugenia. Os eugenistas americanos empreenderam campanhas maciças de eugenia de todos os tempos.

"(...)Ao contrário dos Estados Unidos, a eugenia na Alemanha teve vida mais curta, ainda que mais intensa. Apesar de normalmente associada à ascensão de Hitler ao poder em 1933, não é verdadeiro dizer que na Alemanha a doutrina esteve exclusivamente associada à ideologia nazista. Acredita-se que, mesmo sem o Führer, as leis de esterilização teriam sido implantadas no país. Aliás, a lei de 1933 que legalizou a prática foi inspirada na legislação da Califórnia, o estado que mais esterilizou nos Estados Unidos."


 10 
 : 05/11/08 - 16:27:24 
Beatriz - Beatriz


http://naodaparaficarcalado.blogspot.com/2008/10/abuso-sexual-por-padres-da-igreja.html

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