Fórum Cético
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 : 21/11/09 - 01:39:12 
Delbianco - Delbianco
Cultura adolescente

    Uma das coisas que mais me impressionam é como funciona a mente de um ser humano inexperiente, em geral os adolescentes , desde seus 13 até 19 anos ou mais.

    Não querendo criticar minha pátria amada, Brasil, mas atualmente vivendo nela e convivendo com adolescentes tenho receio em dizer e analizar o quão precária é a formação cultural dos jóvens de hoje em dia. De cada 20 adolescentes entre homens e mulheres posso destacar 3 que tenham algum interesse na vida além de "Pegação em festas" , "Anarquismo sem motivo" , entre outras futilidades como cultivação de culturas "Pop americana".

    Também sou adolescente, atualmente tenho 18 anos, dos 16 aos 17 morei na Europa longe de meus pais com mais alguns adolescentes de mentes abertas, de países diferentes como México e Estados Unidos. Nos Países em que vivi pude ver que apesar de a maioria dos adolescentes terem tendência à futilidades , a educação e as culturas nacionais são bem mais visadas pelos jóvens de lá do que por aqui. De cada 20 , 3 podem ser considerados como fúteis/vagabundos e são vistos como maus exemplos , o que aqui acontece com quem leva as coisas importantes mais a sério.

    Após ter retornado ao Brasil, além do choque cultural retornei à escola e pude analizar friamente essas grandes diferenças, questões como Religião, ou Sexualidade , ou outros assuntos que geram polêmica , são praticamente ignorados ou tratados com preconceito pelos adolescentes, e são discutidos apenas quando cai em alguma questão de prova.

    A mentalidade dos jóvens é uma questão que me preocupa muito , com o passar do tempo prefiri me manter apático ao ter que bater de frente com a parede sólida e ôca que constitui a mentalidade da sociedade brasileira, quando um abre os olhos mil olhos fecham denovo.

Procuro entender o por que desse enorme desinteresse dos jóvens por questões sociais ou humanas. E talvez como integrar Cultura à nossa cultura.


João Vitor Delbianco

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 : 22/08/09 - 03:20:41 
Beatriz - Beatriz
                                              Homofobia

 Será que elas são...
...Homofóbicas? Sim, pesquisas indicam que as escolas brasileiras são preconceituosas com os gays. Informação é a arma para reverter o quadro.
     A escola diariamente se depara com situações que colocam a orientação sexual dos alunos em discussão, é preciso não ter medo de falar no assunto, a escola tem como provocar na turma o respeito pelas diferenças.
     Do aluno que desmunheca ao grupinho de meninas que brinca de beijar na boca, a escola convive diariamente com situações que colocam a orientação sexual dos alunos em discussão. Os jovens que apresentam comportamentos heterossexuais, condizentes com o sexo biológico, não preocupam. Meninos se comportam dentro das regras para o gênero masculino e meninas seguem o jeito predefinido das garotas.
     O termo heteronormatividade resume esse conjunto de atitudes preconceituosas e compulsórias. "O conceito embasa a ideia de que a heterossexualidade é a sexualidade natural", diz Maria Cristina Cavaleiro, pedagoga do Grupo de Estudos de Gênero, Educação e Cultura Sexual da Universidade de São Paulo (USP).
     Nesse cenário, a homossexualidade e a bissexualidade são consideradas desvios da norma. Uma pesquisa da Fundação Perseu Abramo publicada este ano mostra que, quando perguntados sobre pessoas que menos gostam de encontrar, os entrevistados classificaram em quarto lugar os homossexuais (16%). Foram deixados para trás somente por usuários de drogas, pessoas que não acreditam em Deus e ex-presidiários.
     Quando o olhar se volta para a escola, o panorama não é diferente. Outro estudo, divulgado em 2004 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), revela que quase 40% dos alunos entrevistados não gostariam de ter homossexuais como colegas e mais de 35% dos pais não gostariam de tê-los como amigos dos filhos.
      Formar cidadãos críticos e reflexivos é uma das funções da escola, portanto ela também precisa ser um espaço de discussão  sobre todos os assunto que envolvem o cotidiano da sociedade.

Fonte:  Revista Nova Escola.

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 : 21/08/09 - 02:23:34 
Beatriz - Beatriz
Saliva de carrapatos são usadas para tratar o câncer.

   Da saliva do carrapato podem surgir medicamentos anticoagulantes e contra o câncer,segundo a farmacêutica e coordenadora da pesquisa Ana Marisa Chudzinski-Tavassi a saliva do araquinídio contém uma substância que inibe a coagulação pois o hematófago necessita manter o sangue fluindo para se alimentar.
  A pesquisadora analisou a sequência dos genes da glândula salivar do carrapato e concluiu que a proteína existente na saliva poderia ser produzida em laboratório, uma parte do DNA foi introduzido em bactérias Escherichia coli que passaram a secretar a mesma proteína.
  A proteína foi testada em camundongos com câncer induzido por 42 dias e o resultado foi surpreendente, os tumores dos camundongos regrediram completamente.
  Agora os cientistas querem saber como funciona a ação pró coagulante de alguns tipos de tumores como o melanoma e a inibição de mecanismos de divisão celular.
O estudo ainda vai passar por outros testes antes de ser aprovado para o experimento em humanos.

Fonte: G1

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 : 19/08/09 - 01:38:32 
Beatriz - Beatriz

O Ministério da Saúde registra a cada ano 137 mil novos casos de HPV no país.


http://portal.saude.gov.br/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=22444

 5 
 : 19/08/09 - 01:07:11 
Beatriz - Beatriz
Comportamento de sociopata.

http://www.oab-niteroi.org/noticia.php?id=2495

 6 
 : 19/08/09 - 00:25:37 
Beatriz - Beatriz
A família pode causar a esquizofrenia?

Não, não e não! Esta é a resposta mais simples. Apesar das infinitas investigações, a origem da esquizofrenia ainda não está clara. O que está claro, entretanto, é que não é causada por um trauma infantil, nem por um mau comportamento por parte dos pais.
Nos anos 60 e 70 muitas investigações se realizaram no campo da terapia familiar, sobre o comportamento de as famílias e transtornos mentais. Encontraram vários patrões de conduta comuns a famílias com problemas de saúde mental, o qual conduz a alguns profissionais a concluir, erroneamente, que a família poderia ser culpada pelos transtornos mentais de seus filhos. Nada mais falso.
Os sintomas da esquizofrenia resultam de desequilíbrios de substâncias neuroquímicas no cérebro, tias como a dopamina, serotonina, e noradrenalina. As últimas investigações indicam que estes desequilíbrios podem estar presentes no cérebro, inclusive antes do nascimento da pessoa.
Entretanto, o comportamento da família influi fortemente na reabilitação do individuo com esquizofrenia. Os estudos demonstram que a intervenção da família é de grande importância na prevenção das recaídas. 

Fonte: Psiqweb

 7 
 : 19/08/09 - 00:05:33 
Beatriz - Beatriz
Bullying e as diversas formas de discriminação

Um novo termo (ainda sem tradução no Brasil) surge para designar um antigo fenômeno já bastante conhecido, principalmente no ambiente escolar, o "bullying". Inicialmente estudado nos países anglo-saxões, compreende atos de violência física, moral ou psicológica, praticados de forma intencional e reiterada contra uma pessoa ou grupo de pessoas em situação desigual de poder, causando-lhes sofrimento e dor. Entre o amplo espectro de ações praticadas pelo agente estão: amedrontar, ignorar, intimidar, humilhar, zoar, apelidar, dominar, empurrar, etc.
Primeiro observado em ambientes escolares onde, de fato, o número de casos é, infelizmente, cada vez maior, sabe-se, hoje, que o bullying não é praticado exclusivamente em escolas. Uma considerável parcela deste fenômeno tem ocorrido também em ambientes de trabalho ou lazer. Na verdade, o bullying, ainda que se tenha percebido a prevalência de incidência em determinados espaços, ocorre independente do local, grupo social ou da faixa etária.
O bullying pode estar associado a diversas causas e não se confunde com o ato praticado. O fenômeno ultrapassa os limites da percepção isolada da ação que pode receber um tratamento penal como é o caso da lesão corporal, da injúria, do dano, etc; ou não, como é o caso do mobbing. Não obstante a tipificação penal que se aloque a uma conduta praticada pelo agente, o fenômeno deve ser visto em uma outra perspectiva, onde se contemple tanto a motivação psicológica do agente, quanto a relação interpessoal com o seu alvo. A agressões têm como pano de fundo a estrutura social de poder em uma sociedade vincada por uma necessidade/exigência simbólica de afirmação da diferença (de gênero, raça/etnia, educação, orientação sexual, etc).
Neste sentido, é possível contemplar o bullying dentro de uma sociedade que contemporiza com diversas formas de discriminação, adotando posturas lenientes em relação a desigualdade de poder, que sintomatizam ações violentas. O bullying, portanto, pode ser contemplado por meio de um recorte de gênero, ou seja, de uma visão modelada pela perspectiva hegemônica de masculinidade decorrente de estruturas simbólicas (desiguais) de poder entre os sexos.
As condutas que matizam parcela do bullying possuem as cores da discriminação, da prepotência, da arrogância de gênero, que se dão tanto em ambientes escolares quanto laborais e de lazer. E, uma vez que a legislação protetiva da mulher (Lei 11.340/06) irradia seus efeitos somente às situações de violência de gênero ocorridas em ambiente doméstico, familiar ou em decorrência de relações íntimas de afeto (artigo 5º), o estudo do bullying de gênero no Brasil adquire considerável importância já que se trata de uma porta, ainda aberta, para a violência de gênero contra a mulher.

 Por Renato Vasconcelos Magalhães
Revista Consultor Jurídico, 8 de abril de 2009.

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 : 31/07/09 - 01:15:16 
MarceloEyer - MarceloEyer
Um garoto de sete anos foi perseguido pela polícia enquanto guiava o carro do pai, no estado americano de Utah, após fugir de casa para não ir à Igreja, de acordo com a imprensa local.

A incrível perseguição, filmada pela câmera do carro da polícia, teve início quando dois policiais foram avisados de que um motorista havia avançado um sinal, no domingo, revelou o porta-voz da polícia do condado de Weber, Klint Anderson.

Após a perseguição, a 65 km/h e com várias curvas, o carro parou próximo a uma casa e, para o espanto dos policiais, a porta do motorista se abriu e um menino saiu correndo.

"Para uma criança de sete anos, ele dirige muito bem", comentou o capitão Anderson, explicando que o menino, muito pequeno para alcançar os pedais, "se abaixava para acelerar e subia para ver por onde ia".

"Deste modo ele não utilizava os freios para fazer as curvas", destacou o oficial. O jovem motorista, que aprendeu a dirigir em um jogo de vídeo-game, revelou que fugiu de casa para não ir à missa com os pais.

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 : 23/07/09 - 17:28:01 
Alexandra - Mussagerito
É com ela que entendemos mais o ser humano. A psicologia surgiu de uns malucos perdendo tempo e pensando sobre o ser humano hehe

 10 
 : 23/07/09 - 17:11:32 
Wilfredo - Mussagerito
A percepção do que seria real é que varia de um individuo a outro, mas não é afetada por esta percepção....
Concordo. A verdade é só uma e não depende de ser humano nenhum para existir.

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