Ora, o ser humano sempre procurou encontrar um sentido para sua vida, tornando-se assim presa fácil às doutrinas religiosas, por ex. E aí cabe a pergunta: porque a vida deve, necessáriamente, ter um sentido, um objetivo? E aí entra nosso ego inflado, elaborando teorias as mais espatafúrdias em que se procura dar um sentido à existência. É a nossa vaidade misturada com nosso medo do nada, da não-existência. Talvez a vida se autojustifique, e quem assim pensa não deixa de ser um pouco niilista...
