Alan Patton, 54 anos, foi preso em Columbus, no estado de Ohio, nos Estados Unidos, depois de ter dito para a polícia que gosta de beber urina de criança. Os dados são do site nbci.com.
O detetive Rom Fithen interrogou Patton depois da prisão em um cinema, durante o último final de semana. "Ouvindo sua descrição, é como se ele fosse viciado em crack ou cocaína. O cara é viciado em urina de crianças", disse Fithen.
De acordo com a polícia, Patton bebe urina há anos. "Ele nos disse que faz isso há mais de 40 anos, desde que tinha 7 anos de idade."
As autoridades afirmam que Patton vai a restaurantes e cinemas e espera crianças pequenas dentro do banheiro. Lá ele desliga a água do box infantil e põe um copo no fundo do mictório ou vaso. De acordo com os investigadores, Patton disse que volta, pega o copo e bebe a urina.
A polícia diz que Patton declarou que bebe porque faz-lhe sentir "mais próximo às crianças, como se estivesse bebendo sua juventude".
A prisão de Patton foi pedida por um pai de New Albany, que viu o homem olhando de forma estranha para seu filho e chamou a polícia. Patton é registrado como predador sexual e foi condenado por estupro há 13 anos.
Qual o problema de beber urina dos outros?
Ele não roubou a urina, não obrigou ninguém a urinar... a pessoa jogou fora, ele pegou. Sinceramente não entendo que problema há nisso.
Ao invés de roubar urina, ele poderia se tornar professor da Wilson Middle School:
Menino coloca urina no café da professora
Um aluno da oitava série colocou urina no café de sua professora em Muncie, nos EUA. Um frasco com urina foi encontrado no armário do menino, que admitiu o que tinha feito.
A professora da "Wilson Middle School" reportou o fato à diretora da escola, que suspendeu o menino e recomendou a sua expulsão. "Esse tipo de comportamento não será tolerado nos estudantes", disseram DiLynn Phelps, diretora e Marlin Creasy, superintende, em uma carta aos pais do aluno. "Nenhum aluno terá permissão de tentar causar perigo físico a qualquer outro estudante, professor ou funcionário", concluíram.
O fato foi denunciado não só pela professora, que notou o cheiro diferente no café, mas também por um outro aluno, que havia escutado comentários nos corredores.